Fabrica de Software

COMO TER UM APLICATIVO MOBILE OU PORTAL WEB DE SUCESSO EM 10 ETAPAS

Escrito por turris

Introdução – Porque empreender é preciso!

 

Algumas vezes, pode ser apenas um desejo simples de aumentar a renda com um servicinho extra, aquele que você faz aos finais de semana, ou ao final do expediente.

Outras vezes, é uma ideia brilhante que aparece na sua cabeça, e você sente que é o que falta para resolver a sua vida financeira. É como se você de repente soubesse como resolver um problema antigo, e tivesse percebido como é importante tirar o sonho do papel.

Não importa a origem do desejo, o fato, é que empreender é preciso. E pensando nisto, criamos um passo a passo para que você, que sentiu esta centelha se acender em sua mente, saiba por onde começar, para tirar do papel a sua ideia, e fazer ela se tornar tão real quanto possível, por meio de um sistema, ou até mesmo um aplicativo.

Muitos empresários de sucesso contam que no começo, a única coisa que tinham era realmente a sensação de que haviam conseguido aquela ideia que iria ‘consertar’ ou resolver um problema.

Definir o caminho.

Vamos com calma, passo a passo, criamos um guia bem simples, que se fosse dividido em formas básicas, daria mais ou menos dez etapas. Você vai ver que é um pouco mais que isto, mas no final, é começar a caminhar que conta.

E, você só pode chegar a algum lugar se você reconhecer seu sonho, souber o que fazer, definir onde quer chegar, ou mesmo, antes disto, fizer o que está fazendo neste momento, buscando informação.

Por incrível que pareça, seu objetivo pode até mudar durante o processo, porque você pode acabar percebendo ao reavaliar o processo, que o que queria é algo mais especifico ainda, mas no final das contas, é saber onde vai que vai fazer a real diferença entre o sonho realizado e a boa ideia que nunca foi testada.

1.    Conhecendo o seu sonho

Não, você não leu errado. O fato é que muita gente não sabe ainda muito bem o que quer da vida.

Tem gente que trabalha com informática, mas sonha em fazer nutrição, e gente que trabalha com engenharia, mas queria mesmo era ser blogger de viagens.

A questão aqui é:

Você quer fazer o quê?

Então, o primeiro ponto, antes mesmo de você seguir o e-book e aprender como criar um aplicativo para celular ou sistema de sucesso, você precisa mesmo saber se é isto que quer, se isto é o certo para você.

Faça uma auto analise!

Chega um momento na vida da gente que é preciso encarar o futuro, não como algo que está lá na frente, daqui a dez ou vinte anos, mas sim, está logo ali, no final do mês… E, quando chega neste momento, muita gente deixa os sonhos de lado e aceita qualquer coisa que se apresente, procura soluções em qualquer lado e acaba caindo nas graças das promessas de internet que gritam “fique rico rápido” com um programa milionário ou outra coisa assim.

Se este é o seu caso, saiba que este não é o seu livro. Pare agora de ler e vá fazer outra busca na web. Você caiu aqui por engano.

O que queremos aqui, é mostrar como é possível fazer um sonho sair do papel, e se tornar algo rentável, mas acredite, o trabalho existe sim, e é em grande parte, seu.

Agora, se você não quer milagres, não quer saídas rápidas e está com os pés bem firmes no chão, bom, vamos continuar a conversa, ok?

Empreender é antes de mais nada seguir um caminho que é feito a peito aberto, é você e o mundo, você segue aprendendo a cada passo, e quanto mais inovador, útil, e interessante – ou essencial – for o seu produto, melhor ele será, não se engane, a menos que você descubra uma forma de vender agua no deserto, você vai precisar criar um mercado ou encontrar um já pronto – mas falaremos disto depois –  o fato é que empreender é uma tarefa árdua.

Se você não está certo a respeito, ou não consegue ainda visualizar o campo todo, seja racional e bem realista quanto ao que deve fazer, leve em conta se esta vai ser a principal fonte de renda de sua família, se é algo que vai funcionar sem atrapalhar seu casamento – existem negócios que acabam por interferir nos relacionamentos – e no fim, veja se é esse mesmo o caminho que você quer seguir.

Respondeu sim a todos estes “Se” que mencionamos? Então, provavelmente você está pronto para o próximo passo.

 

Você quer fazer o quê?

 

Lembra daquele comercial antigo que falava “quer pagar quanto? ” E virou uma espécie de meme na época?

Este é o tipo de ideia que cola. Porque é uma ideia que de certo modo, resolve o problema.

No comercial era bem esta a ideia, “você pode comprar e pagar quanto quiser, não tem problema”. Tudo bem que o comercial saiu do ar porque era “dubio” e deixava margem a muita interpretação, mas não dá para negar a ideia principal.

O problema era “ter pouco dinheiro” e a resposta era “pagar o quanto quiser”.

Seguindo esta mesma linha, se você anda de metrô por São Paulo – e outros lugares também – já deve ter visto as maquinas do “Pague o quanto vale” que estão alojadas por lá.

A ideia começou simples e acabou virando uma franquia imensa, onde a pessoa escolhe o livro que quer e paga com uma nota de dois reais ou mais, o “Pague o quanto vale”, parte de um mínimo, que para a maioria das pessoas é bem justo.

Então, o que você quer fazer?

Você precisa estar ciente de que tudo pode se tornar um negócio: de roupas de bebês até cobertores para cachorros, de sistemas que calculam a gordura corporal, até aplicativos de exercícios ou de cardápios prontos que são inclusive entregues em casa.

Existem milhares de coisas e segmentos que podem servir como porta de entrada para o empreendedorismo, e não há limite quanto ao que você pode fazer.

A melhor coisa é achar algo que ninguém nunca fez. Isto seria sem dúvida uma excelente oportunidade, a menos que você queira disruptar o mercado.

2.    Crie algo novo em um mercado velho

Tudo bem, se você ainda não ouviu o termo disrupção, não se preocupe, muita gente também não conhece. A disrupção é um conceito relativamente novo, era uma palavra “velha” que deixou de ser totalmente negativa e passou a ter um sentido quase inovador.

A maioria das Startups, trabalha com o foco nisto, ou seja: inovação de ganho operacional em mercados existentes.

É mais ou menos assim, você encontra um negócio ou produto, físico ou digital que pode atender a um público já existente, fornecendo a ele um produto ou serviço que ele já usa normalmente, só que por um preço bem mais baixo e acessível. Neste caso, ou você descobre um meio de fazer a mesma coisa que os outros ganhando menos, ou você diminui drasticamente sua margem de lucro.

Uma boa noticia dos especialistas é que o mercado brasileiro tem várias ineficiências, o que gera margem para criar produtos usando a disrupção, porque ao corrigir os produtos, você pode gerar sucesso para o seu negócio.

Por isso, é importante você decidir se quer empreender e quando tiver isso firme, saiba que não existe negócio fácil, mas também não existem limites se você está disposto a vencer e atingir o sucesso.

Acredite em você!

Sempre! Aliás, este deveria na verdade ser o primeiro passo, porque se você não acreditar em si mesmo, vai ficar difícil convencer os outros de que seu produto, ou sua ideia é boa. Se você não tiver fé em si mesmo, não vai conseguir inspirar ninguém, nem seus parceiros, nem seus clientes. Você precisa acreditar em si mesmo.

Quando tiver fé no que você quer, você estará apto a criar um modelo de negócio inovador. Pense desta forma, você não pode controlar o mundo ao seu redor, não pode controlar o que as pessoas vão ou não comprar, mas pode controlar o seu negócio, e como ele funciona.

Neste ponto, ao criar um modelo de negócio que seja realmente inovador, você estará um passo à frente para se adaptar ao futuro. E a tudo o que vier pela frente.

3.    Buscar informações

Buscar informações é mais do que escolher o lugar, ou o tema que se quer trabalhar. É descobrir se há um mercado para isto.

Se você não domina ainda este tipo de atividade, é hora de buscar um curso que te ensine a pesquisar, seja por palavra-chave, ou por área. É melhor vender para um mercado já existente do que criar um mercado.

Se no seu caso, o produto é novo, você precisa se certificar de que terá um mercado para ele, ter certeza de que ele responde e resolve a uma dor de seus clientes.

Calma, não precisa ser um remédio ou algo que alivie especificamente uma “dor”. O termo “aliviar a dor do cliente” se refere a solução de um problema. Qual problema o seu produto ou ideia vai resolver? É este o ponto.

Voltando à busca de informações, saiba que é a fase pré-operacional, e não pode ser subestimada, é o começo do planejar e é aqui que as coisas tomam forma.

Você precisa ter uma base teórica, e ter algumas referências importantes antes de tentar empreender. Você pode ler alguma coisa sobre  Startups, se quiser, e um livro muito interessante é “A Menina do Vale” (o livro é gratuito) da autora Bel Pesce, ela usa uma linguagem simples mas fala de coisas muito fundamentais quando o assunto é empreendedorismo e startups.

Uma outra dica muito pertinente, é procurar um Sebrae. Eles podem ajudar desde a fase inicial, até a indicação de como escolher um bom sistema.

Agora, se você já passou da fase do “começando a empreender” e o próximo passo envolve usar melhor a tecnologia, o melhor caminho é seguir quem já sabe o que faz.

Siga quem já conhece o caminho!

Muita gente trabalha por anos a fio usando simplesmente as planilhas e os documentos de texto, sem se dar conta de que existe uma infinidade de vantagens em adotar um sistema web “ERP” feito sob medida.

Note bem, a diferença entre o “gostar do produto” e o “tolerar o produto” está na forma como ele é concebido. É comum que ao mudar o sistema de trabalho em uma empresa as pessoas que trabalham lá, se sintam perdidas e algumas vezes acabem até mesmo saindo, porque não se adaptaram ao “novo modo de trabalhar”.

É mais ou menos assim, a moça do financeiro trabalha ali há anos, conhece toda a parte contábil da empresa, e tem uma rotina bem cansativa por ter que fazer tudo via Excel, mas quando recebe um programa “engessado” para trabalhar, acaba se sentindo confusa e pede demissão antes de aprender como o sistema funciona, ou pior, comete erros que levam o “chefe” a demitir uma boa funcionaria.

O sistema não é o culpado, acredite. Mas a forma como ele foi implantado sim. Um bom sistema web é aquele que é feito sob medida para seu negócio. Aquele que é pensado levando em conta como sua empresa funciona.

E, para isto, vale muito a pena entrar em contato e conversar com que trabalha apenas com isto, com uma fábrica de softwares.

Mas e se eu não quiser um sistema para minha empresa, e se o meu sonho for um sistema?

Tudo bem também, neste caso é ainda melhor. Vamos falar disto em breve. Assim que tratarmos mais sobre “achar a ideia certa! ”

Só para te ajudar, saiba que as categorias mais interessantes atualmente são jogos, finanças, produtividade, saúde e bem-estar, localização – que vai desde gps até programas que mostram tudo o que há ao redor, utilitários para o dia a dia e redes sociais, compartilhar, assim como empreender, também é preciso!

4.    Achar a ideia ou problema a ser resolvido

Se você quer criar um aplicativo ou sistema, mas não sabe ainda o que fazer, a resposta é mais fácil do que parece. É só procurar um problema.

Sabe aquelas pessoas que conseguem resolver problemas com soluções inusitadas que ninguém imaginava? Pois é, eles não são gênios, são pessoas atentas ao mundo que as cerca.

Neste caso, comece a olhar para o mundo que te cerca de uma forma nova, você pode querer melhorar alguma coisa que exista em sua casa, ou no escritório, ou pode ser um problema do dia a dia mesmo…

Converse com as pessoas, pergunte sobre o que elas gostariam. Os programas que compartilham arquivos surgiram da necessidade de trocar as coisas mais rapidamente.

Os aplicativos que publicam imagens online apareceram porque alguém achou interessante cortar caminho e colocar direto no ar, sem ter que enviar para alguém como um anexo via e-mail.

Olhe ao seu redor, olhe mais para as pessoas ao seu redor, seus filhos, amigos, colegas de trabalho, pessoas com as quais você conversa no trajeto para casa ou faculdade.

“Abra os olhos” para as necessidades ao redor e quando achar o problema certo, você vai perceber, vai saber, enquanto isso, vá fazendo uma lista com todos os possíveis problemas.

Crie uma lista das coisas que poderia fazer e vá analisando uma a uma, vendo os prós e os contras, conversando sobre elas com os amigos a fim de ver o que teria mais chance ou não.

Se você começar com uma lista muito grande, vai ver que no final as ideias que ficaram são as melhores, aquelas mais resistentes, e por onde talvez você deva começar a pensar em tirar do papel.

Valide sua ideia – descubra se há um público para ela.

Para validar a real necessidade, ou seja, para que você não perca tempo desenvolvendo uma coisa que não vai ser útil no mundo real, você pode usar uma ferramenta do Google, Keyword Planner, esta ferramenta te ajuda a definir as palavras chaves e o nicho (falamos sobre isto na etapa de buscar informações…) e te mostra se há mesmo um mercado para o que você quer lançar.

É simples, você teve a ideia de “um sistema de receitas diet” e quer ver se vai funcionar, use estas palavras na ferramenta e descubra se há um nicho de pessoas que procuram por isto que você está querendo fazer.

5.    Consiga parceiros, de preferência que possam te ajudar

Lembra de que mencionamos falar com uma fábrica de software?

É este o ponto, principalmente se sua ideia for para um sistema web.

As pessoas costumam comprar um programa online para usar em seus negócios como fazem com os pacotes prontos do windows. E assim, se acostumaram a comparar qualquer provedor de sistemas como um fornecedor distante com o qual não podem contar.

Bom, a novidade é que isto não é verdade.

Pode ser até considerada uma área relativamente nova, mas há muita gente no Brasil que programa muito bem…e a muito tempo. Falar que a área é nova, é aceitar que o conceito de criar um programa – um sistema – com base em uma ideia que se adeque aos seus planos é relativamente novo.

Há algum tempo, o que havia eram apenas os programas prontos, que eram vendidos em caixinhas e que serviam para a maioria das pessoas, como roupas compradas em uma loja de departamentos. A diferença aqui, é que com as roupas era mais fácil de ajustar, era só levar ali na costureira e ela tirava a barra, ou ajustava um pouco onde precisava.

Os programas não. Se você comprasse um que lidasse com a área fiscal, você deveria comprar outro para o estoque, outro para enviar e-mails em massa, outro para lidar com a produção… e assim por diante.  Ou comprar um gigante muito caro que viesse cheio de partes que você não usa e ainda depende de anos de treinamento para dar certo.

O conceito mudou.

As fabricas de software são vistas atualmente como parceiros de seus clientes, porque estão focadas no sucesso deles.

Você descobriu que um dos problemas de seus clientes pode ser resolvido com um novo sistema web ou portal web?

Ótimo!

Mas… você não sabe programar? Tudo bem, não precisa aprender, só precisa arrumar ‘parceiros’ que saibam. Percebe?

É o seu sonho, saindo do papel e ganhando o mundo virtual. Simples assim.

Parceiros não são sócios, são provedores amigos, que vão te ouvir e fazer o melhor por você, e isto é a diferença. Você entende do problema, e eles vão ajudar a criar a solução.

Defina as características do sistema web

Agora a coisa começa a ficar interessante.

Você aprendeu um pouco sobre empreendedorismo, consultou as palavras chaves, achou um problema, verificou que há um público para ele, e criou uma parceria com uma empresa que pode tornar real o seu sistema.

Agora é a hora de definir melhor as características deste sistema.

Falamos dos sistemas engessados, que você não pode ajustar, não é? Neste caso, você pode e deve ajustar o sistema. Se você tem a ideia geral, precisa analisar quem vai querer usar, e por qual motivo.

Com base nisto, você pode começar a desenhar – é quase isto mesmo – e detalhar os recursos básicos do seu produto.

É a fase em que você vai documentar o que quer, para facilitar o entendimento entre você e as pessoas que vão criar este sistema.

É bem parecido com o desenho estrutural de uma casa. Você define quantos cômodos terá, onde ficam as janelas, e as portas, e por aí vai.

Neste caso, você define o que a pessoa que vai usar o seu sistema vai fazer. Se você tiver algum conhecimento especifico, melhor, se não tiver, não se preocupe, a fábrica de softwares está lá para isto.

O importante é saber o máximo possível sobre o usuário, porque é ele quem define se o sistema vai ter sucesso ou não. Quanto mais você conhece dele, mais você pode responder ao que ele precisa, e mais chances de sucesso você terá.

Você pode até desenhar a parte visual e identificar como o sistema web será organizado, e tente ser o mais detalhista possível quando for desenhar a sua ideia.

Pode ser que você queira muito mais coisas do que pode ser criado logo de cara, mas não se preocupe, pense nos detalhes assim mesmo, e pense em tudo o que seu sistema deve ter, se não for incluído agora, pode ser colocado numa versão futura.

O importante é ter em mente o que fazer, o objetivo final, e ir andando até ele.

6.    Deixe simples.

A regra parece até um conselho bobo, não é? Mas é verdade. Quanto mais simples, melhor.

Você precisa ter um sistema que funcione, que consiga realizar as tarefas básicas, mas que não fique preso no meio do caminho porque é difícil de operar, logo, o que você precisa mesmo é de um sistema que seja fácil.

E, neste caso, quanto mais simples melhor.

Um fator que pode contar a seu favor, é que se você mesmo não entende muito de tecnologia, pode ser mais fácil criar uma ideia que trabalhe melhor com o lado da simplicidade.

Programadores tendem a enxergar as funções por trás das coisas e em alguns casos, não percebem muito claramente que uma “função” a menos pode ser mais fácil para o usuário final.

Se além de idealizador você puder ser um usuário, testar o sistema e ir delimitando os entraves até deixá-lo mais fácil pode ser até divertido.

Um conselho muito usado é:

Tire tudo o que não é essencial!

Não importa se o uso será via celular ou computador, pense em algo que possa ser usado preferencialmente em ambos.

Veja, um bom site é aquele que pode ser visualizado completamente tanto na tela de um computador, quanto em um tablet ou em um smartphone.

E, para fazer isto ela tem o que chamamos de design responsivo. Se você olhar a mesma página em lugares diferentes vai ver que ela mostra sempre o essencial, é sempre funcional, em qualquer tamanho de dela.

É assim que o seu sistema deve ser. Funcional, em qualquer tela.

Tire todos os recursos que atrapalhem o seguimento, que atrasem, que cansem o usuário. Seja leve e fluido, a aposte na ideia de que “mais simples é sempre melhor”.

Obs.: Até mesmo os jogos mais simples atraem o público, há quem prefira jogos com gráficos incríveis e milhares de funções ocultas ao longo do caminho, mas para um software que busca resolver um problema, o que as pessoas realmente querem é uma solução mais breve, algo que resolva o mais depressa possível e da forma mais simples que puder. Novamente, conhecer seu público pode ser de grande ajuda aqui.

7.     Beleza é importante?

Quando as pessoas falam que “beleza não é fundamental” é porque certamente estão se referindo apenas a beleza humana. Acredite, se o assunto é sistemas e aplicativos, beleza é fundamental sim.

Ninguém liga muito para a aparência que uma vassoura ou uma pá de lixo possuem, desde que elas sejam uteis, tudo certo.

Mas com certeza se os sistemas que você usa no dia a dia – o Excel por exemplo – fossem ainda em tela com fundo preto, você iria se importar. Uma das coisas que os alunos dos cursos de informática mais discutem é sobre o quanto as telas mudaram ao longo do tempo, a maioria fala que não conseguiria usar o computador com as telas em fundo verde ou azul.

E acredite, é fato. Sistemas próprios costumam ser feitos com um design pouco atraente porque na maior parte dos casos, o que importa mais são as funções que eles executam, mas na verdade, os usuários seriam mais produtivos e menos “mecânicos” com designs mais atraentes.

Neste caso, não ache que um sistema simples é sinônimo de um sistema feio. Muitos empresários querem um projeto ultrabásico e se concentram apenas nos recursos do sistema, acreditando que os recursos são mais importantes do que o visual. É um erro, não caia neste ponto.

Como diz Vinod Khosla “O design é uma forma de tornar a tecnologia útil”.

Fale com o desenvolvedor, e desenvolva um projeto que trabalhe bem a experiência do usuário. Se preocupe com o visual além dos recursos apenas, esta é sem dúvida uma boa aposta.

Contrate um bom profissional

Lembra da fábrica de softwares? É bom saber que a menos que você passe alguns anos em uma faculdade aprendendo a programar com qualidade, os profissionais que trabalham com desenvolvimento serão seus melhores amigos nesta empreitada.

Criar parcerias inclui contratar um bom profissional, não se iluda, a relação fornecedora cliente não existe mais, nem mesmo com as empresas de agua e energia.

Todos são parceiros.

Isto porque no momento em que você fala bem de uma empresa ela recebe seu elogio via redes sociais, e o mesmo ocorre quando você fala mal. O cliente – você como cliente e o seu cliente também – tem muito mais poder “comunicativo” hoje do que tinha há alguns anos atrás. Assim sendo, quando você tem um cliente de longa data, ele é seu parceiro porque fala bem de você.

E quando você tem um fornecedor de serviços que lhe atende bem, ele é seu parceiro porque trabalha para que você tenha sucesso.

Você pode ser somente o empreendedor por trás da ideia, e mesmo que se sinta tentado a contratar um amigo que sabe programar, procure uma empresa com um grande know how.

Não é rejeição ao seu amigo, é fato.

Uma amizade pode acabar turvando as coisas entre vocês quando o sistema precisar de mais atenção do que seu amigo pode dar. Isto precisa de profissionalismo em tempo integral, uma fábrica de softwares com tempo no mercado e cases de sucesso para você checar tem tudo isto.

Além do mais, o valor do serviço pode medir também o valor do sucesso. O investimento é o primeiro passo para o retorno.

8.   Aprenda a fazer o seu marketing

Ufa. Achou a ideia, montou o time, criou o produto?

É hora de vender! Ou quase…

Se você desenvolveu um sistema para uso próprio em sua empresa ou negócio, isto não quer dizer que pode pular esta etapa. Conhecer o que os usuários acharam, sempre ajuda.

Com o seu sistema pronto, tudo o que você precisa é de gente que o use.  Você precisa agora de mais pessoas conhecendo isto que você tem.

Não há milagres, a melhor forma é criar uma campanha que atraia pessoas para conhecer seu produto. Partindo do básico, você pode encontrar uma forma de distribuir uma “amostra” em troca de feedbacks.

Use e me diga o que achou!

Muitos sistemas tem uma espécie de versão trial, em que o usuário fica fã do que usa e compra em seguida, ou uma versão beta, em que eles recebem uma espécie de produto completo, mas ainda em testes, para dar uma resposta quanto ao que acharam de como está e o que pode melhorar.

Em qualquer um dos casos, você vai receber um retorno e pode usar isto para melhorar o seu sistema.

No caso de sua própria empresa, nesta fase, os usuários vão dizer o que acharam do sistema, quanto ao modo de operar e isto é importante porque pode mostrar que você estava certo desde o início, e indicar ainda uma ou outra melhoria a adicionar ou um ou outro ponto a reduzir.

Lembre-se de criar um canal de comunicação para que as pessoas possam lhe dizer o que acharam.

9.    Gerenciar o sistema ou produto –  novos recursos

A medida que os feedbacks chegam, é preciso saber o que mudar ou melhorar, e claro, não dá para agradar a gregos e troianos, escolha o que lhe serve e realmente, engavete as outras ideias.

Corrigir os problemas é mais que fundamental, é uma questão de respeito com o usuário, e quanto mais rápido melhor. Mas é provável que mesmo após algum tempo, um problema ou uma novidade surjam, então, não se acomode.

Tenha sempre em mente a segurança.

A maioria dos desenvolvedores profissionais conhece muito bem – e coloca em pratica – as questões de segurança básica nos sistemas web. Sejam para proteger os dados dos usuários ou dos clientes, ou para proteger a integridade do sistema como um todo, medidas sempre podem ser tomadas.

Uma das vantagens em migrar do uso de planilhas básicas de Excel para um sistema financeiro integrado é que além de ter tudo em uma tela só, ainda é possível obter relatórios sobre dados que antes levariam mais tempo, e claro, os dados podem ser mais bem guardados, com uma proteção contra o “apaguei sem querer” que as vezes acontece.

10.  Por último, e ainda assim, muito importante

Até aqui falamos sobre os passos básicos na criação de um sistema, no que você pode fazer para tirar realmente seu sonho do papel e fazer ele virar realidade. O que não mencionamos, ainda, mas que você deve ter em mente, é ter uma estratégia de mercado.

Lá no começo, quando falamos sobre se educar, se informar melhor, isto deve ter ficado subentendido, se não ficou, vamos dar uma pincelada agora.

Estratégia De Mercado

A primeira pergunta que você deve fazer a si mesmo quando começa a pensar em desenvolver um sistema web ou portal web para o mercado é: por que quero construir isso?

Falamos sobre resolver um problema, mas há muitas outras respostas possíveis, entre elas coisas como “quero aproveitar a onda”, ou “conheço quem tem este problema e acho que posso resolver”, entre outras.

É esta resposta que determinará o quanto você pode crescer.

Ir na onda dos outros pode ser bom até certo ponto, mas pode acabar por queimar você e sua imagem.

Imitadores tem seu lugar ao sol, mas acabam realmente sendo conhecido pelo que são, a menos que construam algo muito digno de nota, algo realmente muito bom.

Uma vez que você tenha criado o que deseja, melhore constantemente, e para isto, mantenha sempre os olhos bem abertos nos seus feedbacks de usuários. Se um erro aparecer, não perca tempo e busque a correção.

Lembra que falamos sobre uma primeira versão e depois ir melhorando? A hora pode ser esta.

Se tudo deu certo e seu sistema web ou portal web está funcionando a plenos pulmões, que tal ter uma conversinha com o seu parceiro lá da fábrica de softwares para desenvolver uma versão mais plena?

Conclusão

Você já nasce assim empreendedor, ou isso pode ser conquistado?

É comum que algumas pessoas pensem que o sucesso seja algo ao qual os bem-sucedidos estão “predestinados”, mas acredite, os especialistas dizem o tempo todo que o sucesso é o resultado de muito trabalho e uma pequena dose de inspiração, então, saiba que é possível desenvolver as características que podem te levar a ser um empreendedor de sucesso.

Tenha em mente que um bom empreendedor tem pelo menos algumas das características abaixo:

  • Quer aprender sempre
  • Sabe delegar
  • Define metas claras,
  • Planeja onde quer ir,
  • É persistente
  • E tem uma rede de apoio. (Ok, lembre-se da fábrica de softwares aqui novamente, viu?)

Busque conhecer mais, converse com as pessoas, acredite em si mesmo. A tecnologia existe para trabalhar a seu favor, então, converse com quem domina aquilo que você ainda não é muito bom.

O que reunimos aqui não é tudo, mas é o básico que você pode fazer. Estes passos vão te guiar, mas é você quem vai trilhar o caminho.

Sucesso, e força na caminhada!

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